andorinha

O Brasil no caminho de um mistério

A tecnologia parece ter esclarecido um dos maiores enigmas da ornitologia norte-americana. A maioria das aves migratórias por lá têm paradeiros e rotas bem documentados. Não era esse o caso de uma espécie de andorinhão chamada Cypseloides niger, ou Black Swift (andorinha-negra, em inglês). Essas aves migram no fim do outono, deixando seus ninhos em paredões de rocha e cachoeiras no estado do Colorado, voltando após o inverno. Mas seu destino nunca foi documentado. Uma reportagem do jornal The Denver Post esta semana, no entanto, diz que o enigma está esclarecido. Esses andorinhões viajam milhares de quilômetros até o… Brasil. Mais especificamente, para um ponto no oeste da Amazônia brasileira. O uso da tecnologia de ponta foi o fator-chave para o sucesso da pesquisa (que deve ser publicada em breve em uma revista de ornitologia): o paradeiro das aves foi decifrado graças a um localizador GPS colocado no corpo de quatro espécimes (dos quais três foram recapturados). A descoberta é importante não só para a ornitologia americana, mas também para a brasileira. Essa tecnologia pode fazer com que a lista nacional de espécies  aumente. Leia a reportagem completa do The Denver Post clicando aqui.